O debate sobre povos e comunidades tradicionais, sustentabilidade e seus saberes envolve descentramentos teóricos que nos permite compreender a importância e a construção de políticas identitárias em sociedades pluriétnicas e modernas.

Tal descentramento impõe à academia, aos grupos culturalmente diferenciados e à sociedade civil, o desafio intelectual e político de resgate dos processos locais e a incorporação de novos marcos e categorias de análise com processos e conversações mais amplas e globais.

Neste contexto, o Colóquio Internacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em sua sexta edição, retorna ao Brasil, pretendendo dar continuidade a este debate com foco na valorização e na contribuição dos distintos grupos étnicos para a sustentabilidade socioambiental no país e no mundo. Há que se destacar que a visibilidade desses grupos aumentou muito nos últimos anos, tanto no Brasil como em âmbito internacional.

Passamos por uma conjuntura de revisão nos diversos marcos regulatórios: florestal, mineral, hídrico, energético, ambiental e fundiário, incidindo sobre os direitos constitucionais de povos e comunidades tradicionais reconhecidos por legislações nacionais e por tratados e Convenções Internacionais. Neste sentido, o Colóquio pretende discutir a contribuição e a importância destes grupos étnicos para a sociedade e a sustentabilidade ambiental do planeta visando manter e garantir os direitos dos povos e comunidades tradicionais.

PARTICIPANTES: Povos e Comunidades Tradicionais, estudantes de Pós-Graduação, estudantes de Graduação, pesquisadores, organizações de apoio e assessoria aos povos e comunidades tradicionais, órgãos e entidades governamentais e sociedade civil.

 

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